Reformados discutem transportes com a Câmara no dia 26

Está marcada para o próximo dia 26, pelas 16 horas, uma reunião entre a USCB/CGTP-IN, a Inter-Reformados, a Associação de Reformados da Covilhã e a União de Reformados do Tortosendo com o presidente da Câmara da Covilhã, Hélio Fazendeiro, para discutir a questão dos transportes na cidade. Quem o anuncia são as próprias entidades que solicitaram este encontro com o autarca, depois de, no início da semana, terem exigido que a Câmara devolvesse aos utentes do Cartão Social Municipal o valor cobrado “a mais” nos passes de janeiro.

Em comunicado, a USCB diz que quer ver discutidos os temas da gratuitidade para os portadores do Cartão Social Municipal, a redução em 50% nos passes urbanos e a criação de um passe de 30 euros para os passes das freguesias rurais para a Covilhã e vice-versa “No entanto, tendo em consideração os problemas existentes com a aquisição dos passes de janeiro de 2026 e a redução da comparticipação de 75% para 50% e tendo presente que o senhor presidente nos informou que se trata de um erro e que não está em causa a continuidade do desconto dos 75%, tomámos a liberdade de solicitar/sugerir que a Câmara faça um esclarecimento formal e público sobre toda esta situação” salienta a USCB. Que acrescenta que no documento deve ficar “claro” que a cobrança de 50% “foi um erro e que não está em causa a continuidade da redução de 75% para os passes e bilhetes pré-comprados dos portadores do Cartão Social Municipal”, e que com a aquisição dos bilhetes pré-comprados e dos passes de fevereiro “os utentes serão reembolsados dos valores pagos ilegalmente no mês de janeiro.” Assim, segundo a USCB, no mês que vem os utentes “não deverão pagar qualquer valor, já que em janeiro pagaram 19,80 euros, quando deviam pagar apenas 9,90 euros.”

A força sindical afirma que a resposta “urgente” a esta solicitação é “de crucial importância, uma vez que muitos utentes se têm dirigido a nós a propor uma iniciativa pública junto da Câmara, que será evitada se da parte da Câmara houver a clarificação que sugerimos.”

 

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