Marchas regressam ao Santos Pinto

Desfile é nos dias 13 de junho, no Pelourinho, e dia 20, no estádio

As Marchas Populares Cidade da Covilhã regressam, este ano, ao estádio José Santos Pinto, local onde começaram quando, há mais de uma década a autarquia recuperou o certame. O anúncio foi feito na manhã desta sexta-feira, 20, pelo presidente da Câmara, Hélio Fazendeiro, na reunião pública do executivo.

“Este ano voltamos às origens, ao Santos Pinto. Vai ser um dos dois locais por onde passa o desfile, indo também de encontro à vontade dos participantes” disse o autarca covilhanense, sobre o evento que decorre nos dias 13 (no Pelourinho) e 20 de junho (estádio), organizado pelo município em colaboração com o Grupo Desportivo da Mata.

Este ano, são 15 os grupos a desfilarem. Os já 12 “habituais”: GD da Mata, Oriental de São Martinho, freguesia do Tortosendo, Moto Clube da Covilhã, União de Freguesias de Teixoso e Sarzedo, Académico dos Penedos Altos, GER Campos Melo, GIR do Rodrigo, Leões da Floresta, freguesia de Cantar Galo e freguesia de Vila do Carvalho. Todos eles apoiados com cinco mil euros cada, verba aprovada na reunião desta manhã. A estes juntam-se três grupos convidados: os utentes do Centro de Atividades, estrutura municipal, e as crianças do ATL do Rodrigo e da Associação Brincar Livre. Para estas duas últimas, o apoio aprovado é de 800 euros cada.

Durante a reunião, o vereador da coligação Mais Covilhã (CDS-PP/IL), Eduardo Cavaco, apelou a um reforço de investimento no cartaz, pedindo que se estenda por mais dias, tenha um novo percurso e mais bancadas montadas em outros locais da cidade, como o jardim. O vereador propôs ainda que os Santos Populares tenham uma maior aposta de modo a tornar esta altura do ano num chamariz turístico à cidade.

Já o vereador do Movimento Independente Pelas Pessoas, Carlos Martins, defendeu a não diferenciação de apoios a marchas que integram adultos ou crianças, considerando exíguos os 800 euros dados aos dois grupos juvenis. “Na minha opinião, é pouco. Mas se eles aceitaram, é o que é” disse.

O presidente da Câmara, Hélio Fazendeiro, disse que ter um evento destes durante mais de dois dias não é fácil, e que não depende apenas da organização, mas também “da disponibilidade das próprias pessoas que integram as marchas participantes”. E recordou que os dois dias de desfile, “de grande expressão”, resultam, na maioria dos casos, de “muitos meses de trabalho”.

VER MAIS

EDIÇÕES IMPRESSAS

PONTOS
DE DISTRIBUIÇÃO

Copyright © 2026 Notícias da Covilhã