As contas da permanência do Covilhã

Serranos perderam no Alentejo, mas ainda têm vantagem de quatro pontos para gerirem nas próximas duas jornadas

O Sporting da Covilhã não conseguiu, no passado sábado, no Alentejo, garantir já a permanência na Liga 3, ao perder por 1-0 frente ao Lusitano de Évora (que assim garantiu a manutenção), mas ainda assim, a duas jornadas do fim da prova, o cenário é ainda amplamente favorável aos serranos.

Neste momento, os serranos têm 16 pontos, mais quatro sobre o Amora, penúltimo classificado, mas vantagem no confronto direto (vantagem de três golos no único confronto desta fase). E mais seis que o último, 1º de Dezembro, embora aqui, em igualdade pontual, os leões da serra tenham desvantagem. Assim, no próximo sábado, 25, na deslocação às Caldas da Rainha, o Covilhã poderá carimbar a permanência em diferentes cenários: ganhando, e assim, não dependendo de mais nada; empatando ou até perdendo.

Se empatar, o Covilhã mantém-se se: o Amora perder ou empatar em casa com o Lusitano de Évora, não importando nada do que aconteça na deslocação do 1º de Dezembro ao campo do Atlético; se perder, o Covilhã mantém-se se: o Amora perder ou empatar em casa com o Lusitano de Évora e o 1º de Dezembro perder ou empatar frente ao Atlético. Tudo isto depois de, no domingo, o Amora ter ganho por 1-0 ao 1º de Dezembro, reavivando assim as suas contas da permanência. Recorde-se que o Amora é o último adversário do Covilhã, no Santos Pinto.

Quanto ao Covilhã, sábado, em Évora, na antepenúltima jornada da série 2 da Fase de Manutenção, não conseguiu ser mais forte que o seu opositor, que marcou cedo, aos 15 minutos, na recarga de Dida a uma primeira defesa de Galil, a um remate de Martim Águas. A equipa da casa teve sempre as melhores chances de golo, que Gustavo Galil, com uma grande exibição, foi adiando, e mesmo nos descontos, aos 95 minutos, Alisson Calegari evitou em cima da linha de golo o êxito de uma recarga a Davou, após nova intervenção de Galil.

Apenas no final da primeira parte, numa tarde de muito calor (com duas pausas para hidratação), o Covilhã deu um ar da sua graça, por Cheik Niang, que em duas ocasiões ameaçou a baliza alentejana, na segunda obrigando a um corte providencial de Eurichano Carvalho, para canto. Já no tempo de compensação, Jaílson Gomes tentou de muito longe, mas também não conseguiu melhor do que ganhar um canto, devido à atenção de Duarte Martins, que chegou lá com a ponta da luva.

Na segunda parte, apenas na parte final, com um cabeceamento de André Liberal para as mãos do guarda-redes, aos 87, após cruzamento de Cheikh Niang, a aos 90 minutos, por Carlos Balsa, em novo cabeceamento, o Covilhã esteve perto da baliza contrária.

Sábado, às 17 horas, o Covilhã joga no campo da Mata, nas Caldas da Rainha. E já sabendo o resultado dos seus adversários, que segundo o calendário da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) jogam duas horas mais cedo.

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