A Câmara da Covilhã já adjudicou as obras de requalificação do heliporto das Cortes do Meio. O presidente da autarquia, Hélio Fazendeiro, adiantou na passada sexta-feira, 8, após a reunião privada do executivo, que o contrato já foi assinado e que as obras deverão arrancar em breve. O investimento previsto é de 227 mil e 800 euros.
O objetivo é dar “melhores condições para desempenhar esta importante missão de servir como base para um helicóptero”, salienta o autarca. A intervenção pretende reforçar a operacionalidade da infraestrutura, especialmente durante os períodos de maior risco de incêndio. “É particularmente importante nas alturas dos incêndios, porque serve para fazer combate a essas situações”, frisa em declarações à Rádio Covilhã.
A obra tem um prazo de 120 dias, mas, apesar do arranque dos trabalhos, o presidente da Câmara garante que a utilização do heliporto não ficará comprometida durante a execução da obra, assegurando a compatibilização entre a intervenção e a operação da infraestrutura.
Recorde-se que em fevereiro, Hélio Fazendeiro já tinha anunciado que a autarquia pretendia melhorar as condições da infraestrutura, que está alocada à proteção civil. O objetivo é ter uma “melhor resposta” e segurança, em especial, na altura dos incêndios. O autarca recordava que se trata de uma infraestrutura municipal “muitíssimo importante” que agora se quer “manter, melhorar e, no futuro, até requalificar “num outro âmbito do ponto de vista da aviação civil”. Para já, “esta qualificação que está em causa é do ponto de vista da capacitação do espaço para a proteção civil”. Hélio Fazendeiro adiantava ainda que não só o local onde aterram helicópteros será melhorado, mas também as estruturas adjacentes. “O heliporto nas Cortes do Meio é indispensável para termos meios de combate a incêndios, meios aéreos de combate a incêndios no nosso território, são absolutamente indispensáveis”, afirmava, acrescentando que estes meios “demonstraram exatamente, infelizmente, todos os anos, a sua preponderância naquilo que é época de incêndios, porque nos permite ter, na proximidade, uma resposta muito mais” eficaz.
