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Aplicação permite reduzir emissão de faturas de água na Covilhã

Aplicação da ADC permite ter acesso à informação relativa a contratos e reduzir emissão de cartas enviadas por mês. Já tem cerca de 1200 utilizadores

São cerca de 1200 os utilizadores ativos da aplicação móvel da Águas da Covilhã (ADC).

A aplicação, lançada em julho, permite aos seus utilizadores consultar faturas, visualizar graficamente a evolução dos consumos, comunicar leituras ou contactar com a empresa para dar conta de um problema ou fazer esclarecimentos.

Além de permitir aos consumidores a consulta de informação relativa aos contratos, tem também uma componente ambiental, “pelo facto de não estarmos a ter o que será a pegada ambiental por cada carta que era expedida mensalmente”, afirma João Marques, presidente do conselho de administração da ADC.

Das 1240 pessoas que descarregaram a aplicação, 1199 estão em utilização ativa. “O que nos temos apercebido é que as pessoas que fazem o download, a partir daí passam a utilizar a app e já não querem voltar ao papel”, diz João Marques.

O administrador considera serem “números satisfatórios”, uma vez que também são “menos 1200 cartas a ser emitidas por mês”.

Em declarações ao NC, João Marques afirma que as dificuldades apontadas por alguns utilizadores aquando da inscrição na aplicação se deveram ao “ao estado de relação digital com a empresa”, isto é, se o utilizador já tinha acesso, ou não, à fatura eletrónica.

“Se o consumidor já tiver acesso à fatura eletrónica, faz uma inscrição imediata. Quando não tem, por força da questão do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados, tem de fazer uma pré-inscrição e nós enviamos o código para a pessoa começar a utilizar”, explica o responsável. João Marques acrescenta que “há uma questão de garantia de proteção e cumprimento legal” que se veem “obrigados” a correr esse procedimento para disponibilizar o acesso.

 “Quando falamos de utilizadores, é um pouco difícil saber em termos percentuais por contrato. Temos cerca de 30 mil contratos, mas muitos utilizadores têm mais do que um”, explica. No entanto, é possível, através da aplicação, ter acesso aos vários contratos do utilizador e “verificar as várias contas do ponto de vista da informação”, de acordo com o administrador. Apesar de ser “um número residual”, João Marques afirma que “mesmo as pessoas que residem fora de Portugal”, nomeadamente, Brasil, França e Suíça “conseguem ter acesso às faturas de casas que têm cá”.

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