Bispo quer sinos a tocar na Páscoa

Bispo lembra que não há cerimónias religiosas devido à cobid-19, mas pede às paróquias que toquem os sinos "festivamente"
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O Bispo da Guarda quer que na Páscoa, nas diversas comunidades, os sinos toquem “festivamente” em todas as igrejas, face às limitações impostas pelo covid-19 às tradicionais celebrações desta época.

D. Manuel recorda que se mantêm suspensas “todas as celebrações comunitárias da fé´ e no que diz respeito à Semana Santa, e Tríduo Pascal, tendo em conta orientações Confe­rên­cia Episcopal Portuguesa e também da Cúria Romana, haverá alterações.

Não haverá celebrações nas igrejas, a missa crismal da manhã de Quinta-Feira Santa, em que são benzidos os Santos Óleos e os padres renovam os seus compromissos sacerdotais, é transferida para o dia 19 de Junho, Solenidade do Sagrado Coração de Jesus e Dia Mun­dial de Ora­ção pela santificação dos sacerdotes, “em ho­ra a comuni­car posteriormente, esperando nós que a situa­ção já o per­mita”.

Já as celebrações da Tríduo Pascal, como a comemoração da Última Ceia, a Paixão e Morte do Senhor Jesus e a Vigília Pascal, serão feitas pelo Bispo na Sé da Guarda e pelos párocos na respectiva Igreja Paroquial, “sem presença dos outros fiéis”, devendo estes ser avisados da ho­ra destas celebrações para “se lhes poderem unir em oração, embora permanecendo em suas casas.”

D. Manuel celebrará na Sé da Guarda, sem mais ninguém, a comemoração da Última Ceia, na Quinta-Feira Santa, às 19 horas; a comemoração da Paixão e Morte do Senhor Jesus, na Sexta-Feira Santa, às 17 horas e 30; e a Vigília Pascal, no Sábado Santo, às 21 horas. “Convidamos a que, no Domingo de Páscoa, em que também não são autorizadas celebrações comunitárias da Ressurrei­ção do Senhor, tanto dentro das Igrejas como no exterior, portanto, sem as tradicionais procissões da Ressurreição, os sinos toquem festivamente, em todas as Igrejas. Sujeitos como estamos às restrições que nos impõe a pande­mia, todos iremos procurar viver, da melhor maneira possí­vel, a comemoração dos acontecimentos centrais da nossa Fé, sobretudo no Tríduo Pascal, para que a Ressurreição jubilosa do Senhor seja a grande fonte de esperança e de força para juntos podermos enfrentar a crise” pede o Bispo da Guarda.

 

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