Candidatura à UNESCO sem data certa

Pandemia atrasa processo da candidatura da Covilhã a Cidade Criativa
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Os responsáveis pela candidatura da Covilhã a Cidade Criativa da UNESCO não sabem ainda se os prazos se mantêm para a entrega da proposta, devido à pandemia, mas sublinham que o plano de acção, para quatro anos, está desenhado e assenta no envolvimento da comunidade.

No final da primeira reunião do Conselho Estratégico, realizada na segunda-feira,8, no Salão Nobre da Câmara da Covilhã, Regina Gouveia, a vereadora com o pelouro da Cultura, adiantou ter já sido feita uma reunião com um representante da Comissão Nacional da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), que transmitiu não existirem certezas quanto a alterações na calendarização.

“Não estamos certos de que seja mantido o calendário. Se for mantido, entre Maio e Junho estaremos a apresentar a candidatura, mas não temos ainda a certeza”, informou a autarca, que lamentou o travão que a covid-19 impôs à realização de eventos previstos, mas acrescenta que esse foi um constrangimento global e sublinha que o que foi executado anteriormente “foi muito relevante”.

Francisco Paiva, o director executivo, sublinha existir muito trabalho de inventário e acentua que “a candidatura não é um programa cultural”. “A candidatura assenta na capacitação da comunidade, é um plano de acção que vai ser candidatado”, acrescentou.

(Notícia completa na edição papel)

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