Casa Sindical pode nascer no Fundão

CGTP-In assinala 51º aniversário e anuncia a criação de uma nova casa sindical na cidade fundanense, para evitar deslocações dos trabalhadores à Covilhã
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Luis Fernando Assunção

A CGTP-In/Intersindical vai criar, no Fundão, uma nova casa sindical. O anúncio foi feito na passada sexta-feira, 1, em conferência de imprensa em que se assinalaram os 51 anos de existência desta entidade. “É uma pretensão para o concelho do Fundão. Os trabalhadores precisam de se deslocar até à Covilhã. A Casa Sindical do Fundão já se justifica pelo grande número de sindicalizados naquela região”, garante Sérgio Santos, coordenador da União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB), afeta à CGTP. A abertura da nova casa, diz, deverá ocorrer nos próximos meses.

A CGTP completou na sexta-feira, 1 de Outubro, 51 anos de existência. Para além da história na luta contra o fascismo e outras demandas políticas, a entidade foi importante também na criação do salário mínio nacional e na busca por melhores condições de trabalho no País e na região de Covilhã. “O movimento sindical é um contributo dos trabalhadores não apenas para a defesa dos seus direitos e interesses, mas para o desenvolvimento e libertação das sociedades de que fazem parte”, explica o coordenador da direcção da USCB/CGTP, Sérgio Santos. Para ele, a CGTP-IN, que é uma criação histórica dos trabalhadores, constitui um contributo determinante para o progresso e a liberdade. “Lembro que o movimento sindical é um contributo dos trabalhadores não apenas para a defesa de seus direitos e interesses, mas também para o desenvolvimento e libertação das sociedades que fazemos parte”, explica o sindicalista.

Entre as diversas lutas levadas a cabo, Sérgio Santos lembra a criação do salário mínimo de Portugal, em Maio de 1974. “O salário mínimo surgiu da heroica e vitoriosa luta dos trabalhadores dos lanifícios da nossa e de outras regiões do País”, diz Sérgio Santos.

Texto completo na edição papel do NC.