Ciclo de teatro universitário arranca nesta quinta, na Covilhã

Até 13 de Novembro, são dez os espectáculos que pode ver no anfiteatro das sessões solenes da UBI
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Arranca nesta quinta-feira, 4 de Novembro, o 25º Ciclo de Teatro Universitário da Beira Interior, uma co-produção do TeatrUBI e Asta. Pelas 21 horas e 30, no palco do auditório das sessões solenes da UBI, são precisamente as duas companhias “da casa” a apresentarem “Cântico Negro”.

Com um orçamento de 24 mil euros, a edição deste ano apresenta um espectáculo por dia, com as sessões a decorrerem sempre às 21 horas e 30. Amanhã, sexta-feira, 5, sobe ao palco “Matéria”, pela Asta, no dia seguinte, sábado, “Significa que eu posso fazer alguma coisa”, pelo TUT (Teatro Académico da Universidade de Lisboa), e “Aínda que siga brillando a lúa”, dos espanhóis Mariscastaña, é o que pode ver no domingo.

Na próxima semana, “Ao Futuro”, pelo CITAC (Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra), é apresentado na segunda-feira, 8, seguindo-se a “Casa da Forza” (dia 9), pela Aula de Teatro da Universidade de Santiago de Compostela, “Solitária” (dia 10), pela Alma d’Arame, “Saudades do futuro” (dia 11), pelo terceiro ano do curso de Teatro de Artes Performativas da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, “Experiências sobre o luto” (dia 12), pelo TEUC (Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra), e “Unidade de Lugar” (dia 13), pelo Grupo de Teatro y Danza de Universidad de Granada.

Aquele que é o mais antigo ciclo de teatro universitário do País assinala este ano 25 anos de existência, contando com sete grupos de teatro universitários e duas companhias profissionais. Entre eles, Rui Pires, director do festival, destaca, os Maricastaña, da Aula de Teatro de Ourense, em Espanha, que participa desde a primeira edição do festival. “É uma relação interessante, pois é um grupo que acaba por acompanhar toda a evolução cultural e a evolução da própria cidade” lembra.

Texto completo na edição papel do NC.