Covilhã solidária com a Ucrânia e disponível para acolher refugiados

Duas moções aprovadas na Assembleia Municipal condenam a “infame e imperialista invasão” e a “agressão grosseira” da Rússia
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A invasão da Ucrânia por parte da Rússia, na madrugada de 24 de Fevereiro, dominou o período antes da ordem do dia da Assembleia Municipal da Covilhã realizada na sexta-feira, 25, onde foram aprovadas duas moções de repúdio pela acção militar, cumprido um minuto de silêncio pelas vítimas do conflito, respeitado por todas as bancadas, e recomendado ao executivo que o Governo seja informado da disponibilidade do concelho em acolher refugiados que solicitem esse apoio.

Os documentos apresentados pelas bancadas do CDS/PSD e do PS foram aprovados por maioria, com a abstenção do PCP, que viu rejeitada a sua proposta “em defesa da paz e do fim da escalada de confrontação na Europa”, por os restantes membros quererem transmitir a sua solidariedade, “sem adversativas”.

Pelo CDS e PSD, Adolfo Mesquita Nunes condenou a actuação “ilegal e ilegítima” do regime de Vladimir Putin pela “infame e imperialista invasão”. Além de expressar solidariedade para com o povo ucraniano e “reconhecer o seu direito à paz, autodeterminação e integridade territorial”, as duas bancadas pediram que se defenda uma solução pacífica “que respeite a soberania e a integridade territorial da Ucrânia” e se condenem todas as formas de “totalitarismo e invasão territorial”.  “Uma palavra especial de solidariedade e amizade merecem os cidadãos de ascendência ou naturalidade ucraniana que residem e estudam no nosso concelho”, acentuou Adolfo Mesquita Nunes.

(Notícia completa na edição papel desta semana)

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