“Dinheiro do lado das famílias traria mais poder de compra”

Câmara da Covilhã mantém taxa máxima de 5,0 por cento, no que toca à retenção do IRS, mas bancada da coligação Juntos Fazemos Melhor, na Assembleia Municipal, defendia redução para 3,0 por cento
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A bancada da coligação Juntos Fazemos Melhor (PSD/CDS/Il) na Assembleia Municipal votou contra a proposta da Câmara no que toca à participação variável do IRS aos rendimentos auferidos em 2022, que se vai manter na taxa máxima de 5,0 por cento, por considerar que a autarquia, ao abdicar de parte da receita, iria ajudar as famílias a terem um maior poder de compra e assim dinamizar a economia local.

A proposta contou com a aprovação da maioria socialista, quatro abstenções, e nove votos contra de deputados da coligação.

Luís Rodrigues, da Coligação (PSD/CDS/IL), afirma que este “é mais um exemplo de que o PS apregoa uma coisa e faz outra. Em tempos de crise das famílias, autarquia opta por não abdicar do valor. A Covilhã continua na mesma. Só nos resta votar contra” criticando que o valor ajude ao despesismo da Câmara, “com contratações e obras de fachada.”

Pela mesma bancada, Joana Rocha justifica o voto contra “convictos que a proposta não serve os munícipes. É incompreensível que se mantenha o valor máximo. Se a taxa fosse de 3 por cento, como propusemos, dois reverteriam directamente para os bolsos das famílias, e não para a Câmara. Mais dinheiro do lado das famílias traria mais poder de compra e mais dinâmica” afirma.

Texto completo na edição papel do NC.

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