Estudantes querem suspensão do pagamento de propinas

No IPG, na Guarda
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A Associação Académica da Guarda (AAG) pediu esta semana ao ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior a suspensão “imediata” do pagamento das propinas, face à situação de pandemia da covid-19.

No documento enviado ao ministro Manuel Heitor, a direcção da AAG pede “com toda a humildade e seriedade” que seja decretada “a suspensão imediata das propinas” no ensino superior, enquanto se mantiver a situação actual de pandemia “com graves repercussões económicas para as famílias portuguesas”. “Entendemos ser de alta justiça social a suspensão imediata desta taxa paga pelas famílias e trabalhadores-estudantes, salvaguardando a manutenção do poder de compra dos mesmos para ultrapassar esta crise excecional e cheia de incertezas”, refere o presidente da direcção da AAG, João Nunes, no documento.

O dirigente estudantil que representa os alunos do Instituto Politécnico da Guarda alega que “a limitação da actividade” das instituições de ensino superior, bem como “o carácter económico e social” que o País hoje atravessa e que terá, certamente, repercussões no futuro, “devem ser factores a considerar para a decisão” exigida ao Governo. “Por fim, e não menos importante, não esquecemos os nossos colegas mais vulneráveis, sendo por isso necessário um reforço monetário extraordinário aos estudantes bolseiros. Este aumento permitiria que os nossos colegas mais carenciados preservem uma segurança financeira que teriam em condições normais”, lê-se também no documento da AAG enviado ao ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

 

 

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