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Faltam verbas para as obras do Centro Escolar

 “O mais preocupante é ir à CIM (Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela) e ouvir dizer que não querem aprovar a obra”. Foi este o lamento deixado na passada quinta-feira, 18, na primeira reunião pública do executivo, pelo presidente da Câmara de Belmonte, António Dias Rocha, no que toca às obras de requalificação do Centro Escolar da vila.

O executivo, nesse dia, prorrogou o prazo para apresentação de propostas por parte de empresas interessadas em realizar a obra, que tem um custo estimado de 370 mil euros, mas que ainda aguarda por apoios exteriores. “Há alguns constrangimentos processuais, mas estou convicto que serão resolvidos. Esta semana vou ainda conversar com a presidente da CCDRC, Isabel Damasceno, e vamos chegar a um acordo. O que pedimos é perfeitamente razoável” frisa Dias Rocha. O autarca adianta que uma das reservas é o timing do projecto. “Já devia estar há mais tempo, não foi, mas agora vamos concluí-lo a tempo de fazer a obra” afirma o autarca belmontense.

Recorde-se que há poucas semanas, o executivo da Câmara aprovou a abertura de concurso para a requalificação do Centro Escolar de Belmonte, situado no antigo colégio da vila. Dias Rocha lembrava que esta era “uma necessidade” e dizia que esperava, até final do ano, ter a obra adjudicada, iniciando-se a mesma já em 2022. Uma empreitada de cerca de 370 mil euros que contempla melhorias, não só a nível exterior, como no interior do edifício, que tem revelado alguns problemas, nomeadamente infiltrações nalgumas salas de aula. “São os problemas que já são sobejamente conhecidos. Foi o muro que caiu, o estado de degradação do parque de diversões, é o telhado, um problema que existe desde sempre, que tem que ser resolvido, e criar melhores condições quer para quem lá trabalha, quer para as crianças. Até conseguirmos uma climatização melhor que a que lã está” explica Dias Rocha.

(Notícia completa na edição papel)

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