Já está na rua mais uma edição do Wool

Arrancou ontem, quinta-feira, 11, mais uma edição do Wool, festival de arte urbana da Covilhã. Neste 13º ano, em que a programação inicial teve que ser ajustada face a um corte de 30% no financiamento, a organização promete, “apesar dos contratempos”  uma edição que se desdobra em inúmeras actividades, de várias disciplinas artísticas, para várias idades e por um calendário de uma semana preenchido “que nos orgulha”. E, acima de tudo, uma edição onde a comunidade e os laços comunitários e intergeracionais “saem reforçados como nunca antes tínhamos feito.”

Continuará a haver a face mais visível do projeto, a pintura de murais na cidade da Covilhã, mas também, até dia 21, imensas atividades como a criação artística comunitária (mais de mil pessoas) de uma super-manta, com cerca de 450 quadrados em crochet e tricot, que será inaugurada dia 18, às 17:30, no Largo do Olvideiro / Rua Comendador Marcelino; o debate “O que é importante para nós?”, sobre arte, participação, comunidades e a defesa do que importa, com Maria Vlachou, Hugo Cruz, Jesuíno Simões e Graça Rojão, no dia 19, às 18, no Centro Wool, no edifício do TMC; vários concertos, com destaque para Noiserv & Conservatório de Música da Covilhã, que junta este artista com 38 alunos da instituição, a 19 de junho (21:30) no TMC; visitas guiadas e no dia 21 um almoço comunitário, a partir das 12h30, no Jardim Público da Covilhã.

 

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