Kristin: o ponto de situação no distrito

Ainda há locais, na zona do Pinhal, sem luz ou comunicações

Após já vários dias depois da tempestade Kristin, e quando já se se sente de novo o mau tempo, no distrito de Castelo Branco vai-se trabalhando para repor a normalidade.

Na zona do Pinhal, a mais afetada do distrito, a par do concelho de Castelo Branco, em Vila de Rei o fornecimento de energia elétrica já foi reposto na zona industrial, ainda há muitas falhas nas comunicações, mas o abastecimento de água já chega a todo o concelho. Em comunicado, o município garante que a água é de qualidade, embora nalguns casos possa apresentar-se mais turva, e que estão a ser criados pontos de recolha de material lenhoso e entulho (não podem estar misturados) na Zona Industrial do Souto, Milreu, Silveira e  Zevão. A autarquia diz estar a aceitar donativos de telhas, telhões e materiais de construção, que deverão ser entregues na sede da Junta e que, face à queda de árvores e ao perigo que possam continuar a cair face ao estado do tempo esperado para os próximos dias, os percursos pedestres do concelho encontram-se interditos à circulação.

“Ainda com um número muito elevado de habitações particulares que se encontram destelhadas e em situação de fragilidade social, apelamos à solidariedade e entreajuda de todos para a resolução destas situações. Tem sido assegurado o acompanhamento das pessoas em situação de vulnerabilidade e sem condições de habitabilidade, sendo prioritária a procura de soluções adequadas para cada caso”, salienta a autarquia em comunicado.

Na Sertã, a autarquia está a disponibilizar lonas e plásticos, e respetiva aplicação, e ontem à tarde ainda havia cerca de seis mil clientes sem energia elétrioca.

Em Oleiros, também ontem o autarca local anunciava, à tarde, que mais de 70% do território estava sem comunicações móveis, ou com alguma instabilidade nesse campo, mas que tinha diminuído “significativamente” o número de pessoas sem luz.

Em Vila Velha de Ródão, caminha-se nesta altura para a normalidade, embora ainda haja situações pontuais de casas em aldeias sem luz, ou sem comunicações.

Na capital de distrito, Castelo Branco, a destruição também foi grande, com estruturas e poste arrancados, telhados levantados, chaminés e árvores caídas. Segundo a autarquia, estes eram os principais problemas, havendo alguns constrangimentos também no concerne à energia elétrica. A Câmara já determinou disponibilizar cinco mil euros a cada uma das 22 freguesias para fazer face a despesas imediatas.

 

 

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