Municípios da Cova da Beira contra mudança para Protecção Civil da Guarda

Segundo Vítor Pereira, a Covilhã, Fundão e Belmonte manifestaram a intenção de permanecerem na área territorial de socorro de Castelo Branco
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Os três municípios da Cova da Beira emitiram um parecer, não vinculativo, desfavorável à mudança para a área de intervenção da Proteção Civil da Guarda, em vez da permanência na actual, de Castelo Branco, por uma questão “funcional, de articulação de serviços de proximidade, de experiência já consolidada de trabalho em conjunto”.

A informação foi adiantada pelo presidente da Câmara da Covilhã, Vítor Pereira, na reunião pública da autarquia realizada na sexta-feira, 14, onde relatou a posição tomada pelos presidentes da Covilhã, Fundão e Belmonte na reunião da Comunidade Intermunicipal (CIM) das Beiras e Serra da Estrela, também vincada num documento escrito, enviado à Associação Nacional de Municípios, a assumir essa “manifestação de vontade” e a “posição de defesa dos nossos conselhos das nossas gentes”, referiu o edil.

Vítor Pereira salientou existirem as melhores relações com o Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS) da Guarda, mas acrescentou que por uma questão de proximidade e melhor conhecimento do território, é preferível os municípios da Cova da Beira manterem-se agregados à estrutura de Castelo Branco, em vez de acompanharem os restantes concelhos da CIM.

“Em caso de absoluta necessidade, em caso de aflição, são aqueles que trabalham connosco e conhecem o nosso território que melhor nos poderão ajudar em situações de emergência e tendo em vista a protecção de pessoas e bens”, justificou Vítor Pereira, que mencionou o conhecimento de quem ao longo de décadas tem trabalhado nas áreas da Cova da Beira e melhor conhece a realidade.

(Notícia completa na edição papel)

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