“Profound Whatever” no Fundão

Entre quinta-feira, 14, e sábado, 16

São 53 músicos, num total de 19 concertos, em três dias. O festival “Profound Whatever” regressa entre quinta-feira, 14, e sábado, 16, à Moagem- Cidade do Engenho e das Artes, no Fundão, para a sua quinta edição.

A abertura, na quinta-feira, conta com o coletivo “Profound Whatever” a interpretar musicalmente a obra pictórica “Doze Provérbios” de Pieter Bruegel. O cartaz do primeiro dia inclui ainda o Trio AVC, focado na improvisação e experimentação eletroacústica, e o Quarteto Nó, além de uma leitura encenada de contos de Mário-Henrique Leiria com música ao vivo.

Na sexta-feira, as apresentações dividem-se entre o Auditório, o Foyer e o Museu, destacando-se o projeto de spoken word Gold Mother, que cruza poesia e improvisação em tempo real. A programação deste dia integra também o duo Água em Estado Sólido e o solo de Matthieu Ehrlacher.

O último dia, sábado, concentra o maior número de atuações, com destaque para o Valhacouto Ensemble, que apresentará uma peça composta especificamente para esta edição do festival. O programa de encerramento inclui o trio Novelo Vago, conhecido pela utilização de instrumentos alternativos e brinquedos, e termina com a atuação de ETKAR, mantendo a tradição das edições anteriores.

Segundo a organização, o festival privilegia uma programação eclética e ousada, promovendo encontros inéditos entre músicos para experiências de comunicação espontânea.

Os bilhetes diários têm o custo de cinco euros, existindo a opção de um passe geral por 15 euros. As reservas podem ser efetuadas através dos contactos oficiais do Município do Fundão ou diretamente n’A Moagem.

 

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