Só mesmo o fogo afastou gente da Feira Medieval de Belmonte

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Com menos expositores e tasquinhas que no último ano em que se realizou (2019), mas com mais gente, mais visitantes e mais negócio, a Feira Medieval de Belmonte deste ano atraiu milhares de pessoas durante quatro dias, em especial nas noites de sexta-feira, sábado e domingo. Com um novo figurino, com maior aposta nos espectáculos de rua, e menos nos tradicionalmente feitos junto ao castelo, o certame agradou a transeuntes, e também a quem fez destes dias uma oportunidade para o negócio. Segundo testemunhou o NC, houve muita gente, segundo alguns donos das tasquinhas de comes e bebes, comeu-se mais do que se bebeu, e até o último dia, segunda-feira, 15, feriado nacional, estava a ter grande adesão. Até vir uma nuvem de fumo da encosta de Valhelhas, Vale Formoso, Aldeia de Souto e Gonçalo, que alastrou ao concelho belmontense, à zona do Colmeal da Torre, e afastou não só turistas, como também muitos dos que estavam envolvidos na feira, que tiveram que ir salvaguardar os seus bens. A organização acabaria mesmo por anular alguns dos espectáculos que estavam agendados para o fim de tarde/início de noite desse dia.

Sob o lema, “Depois da peste, a festa”, a feira pós-pandemia teve muita adesão, só mesmo ensombrada pela “peste” que durante mais de 10 dias pairou em toda a região. O autarca local, Dias Rocha, já disse que espera que este regresso em grande da feira seja o bom pronúncio para Belmonte atingir os 120 mil visitantes por ano, números que tinha antes da pandemia.

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