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Teatro das Beiras tenta manter normalidade em tempos de pandemia

O Teatro das Beiras regressa ao contacto presencial com o público em 19 de Abril, na estreia da mais recentes produção, “Já Passaram Quantos Anos Desde a Última Vez Que Falámos, Perguntou Ele”, mas a companhia tem previstas mais duas criações este ano, a realização do Festival de Teatro, o acolhimento de vários espectáculos e a digressão com três peças já apresentadas.

A nova produção do Teatro das Beiras estreia “com um mês de atraso”, devido ao confinamento, salienta Fernando Sena, o director da companhia, com sede na Covilhã. As sessões estão previstas para as 19h e às 11h ao fim-de-semana, para que seja possível ter as instalações encerradas a partir do horário determinado pela Direcção-Geral da Saúde.  “Não é novo, já o fizemos no espectáculo anterior. É uma prática já assumida no interior da companhia”, acentua Fernando Sena, segundo o qual “o teatro vai habituar-se a todas as situações que forem surgindo”.

A sala continua a funcionar com metade da lotação, 45 pessoas, pelo que é importante fazer reserva. “Trabalhar com as salas a meia lotação não é bom, mas é preferível a não trabalhar”, refere o director, para quem o importante é “voltar a pisar o palco”, “estarmos mais próximos de voltar a reencontrar o público”, salienta.

“Já Passaram Quantos Anos Desde a Última Vez Que Falámos, Perguntou Ele”, da autoria de Rui Pina Coelho e encenada por Gil Salgueiro Nave começou os primeiros ensaios através da Internet, devido às medidas para evitar a propagação da covid-19.  A peça, com a duração de hora e meia, “fala sobretudo do que é a vida dos jovens, das inseguranças, do emprego, dos conflitos de geração. “Será bom para fazer um debate sobre o que é a vida dos jovens hoje”, considera Fernando Sena.

(Notícia completa na edição papel)

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