UBI e Governo assinam protocolo para fazer dois mil testes

Parceria prevê um financiamento inicial de 65 mil euros para material, mas a ministra diz que a capacidade será ajustada à medida das necessidades
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A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, formalizou, na sexta-feira, 24, a assinatura do protocolo com a Universidade da Beira Interior (UBI) que garante, para já, um financiamento de 65 mil euros para a realização de dois mil testes de rastreio à covid-19 por parte do Centro de Investigação em Ciências da Saúde da instituição.

A parceria tem como objectivo primordial a realização de testes aos profissionais e utentes dos lares dos concelhos da Covilhã, Fundão e Belmonte.

As amostras recolhidas são encaminhadas pelos postos móveis, localizados no Fundão e no Complexo Desportivo da Covilhã, para o laboratório instalado provisoriamente no Centro Hospitalar Universitário da Cova da Beira, onde são analisadas por voluntários do Centro de Investigação em Ciências da Saúde da Faculdade de Ciências da Saúde da UBI, que na primeira semana fez 93 testes e tem capacidade para cem diários, segundo a coordenadora, Sílvia Socorro.

Durante a visita, em que também estiveram o ministros da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo, e a secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira, foi garantido que o protocolo será ajustado à medida das necessidades e que a capacidade será “escalável”, sublinhou Ana Mendes Godinho, natural da Guarda.

Neste momento há 23 instituições de ensino superior a trabalharem no programa de rastreamento à covid-19 em lares de idosos e o protocolo com a UBI foi o nono assinado pelo Governo. A intenção é suportar os custos com os materiais para fazer os testes e “proteger as populações mais vulneráveis”.

“Foram identificadas, numa primeira fase, os trabalhadores dos lares residenciais, dos centros de apoio domiciliário, os profissionais e utentes que tenham sintomas”, informa a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

(Notícia completa na edição PDF)

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